quinta-feira, 10 de setembro de 2015
terça-feira, 8 de setembro de 2015
As férias que eram para ser mas não foram...
(momento para respirar muito fundo)
Ok ok... Eu, devido a compromissos profissionais, não pude ir. Como já estava tudo pago foi ele. Teria sido bom aproveitar uma semaninha de férias... Shiuuuff!
Agora, quando eu fizer asneira, vou poder dizer: Ahhhh, mas tu foste para o Algarve sem mim! O que dará sempre jeito em discussões futuras. sábado, 5 de setembro de 2015
Carta aberta aos refugiados
Não imagino o que passam ou o que passaram no vosso pais de origem. Não sei se perderam família nas mãos de homicidas fortuitos, se acordavam e se deitavam com medo, se viviam petrificadas com os horrores massivos que estão a ser cometidos, mas imagino perfeitamente o fascínio europeu pela ideia de bonança e da prosperidade.
Contudo, o que venho contar-vos não é animador. Não temos armas nem guerras, mas em Portugal não estamos livres de morrer barbaramente nas mãos de ninguém como está estampado nas capas de jornais de todos os dias, muitos assassinos estão até a morar debaixo dos nossos tectos, aniquilando barbaramente as suas esposas, por exemplo. Deixem-me dizer-vos que os hábitos de violência domestica, no nosso país, estão tão enraizados na nossa tradição, como um galo centenário que temos em Barcelos. Não estamos livres de sermos agredidos gratuitamente e roubados no centro da capital, em plena luz do dia, como aconteceu com um dos meus melhores amigos, estamos bastante propensos ao desemprego e até à fome. Não é estranho assistirmos a pessoas que trabalharam toda a sua vida passarem fome, esticando até ao limite do inacreditável a sua reforma de 250€. E não só, não é difícil assistir famílias inteiras a fazer malabarismos extraordinários, saltando refeições com copos de água, tomando remédios dia sim dia não, fugindo dos senhorios, vivendo do auxilio das IPSS's e da bondade dos vizinhos.
O nosso pior cenário pode ser o vosso paraíso idílico, acredito que sim, mas gostava que tivéssemos mais a oferecer do que aquilo que realmente temos. Vi ontem, no Porto, um rapaz da minha idade, uma pessoa normal e vestida normalmente, a abordar envergonhadamente uma ou outra pessoa na rua, a pedir comida e senti-me mortificada com aquela imagem, pela expressão do jovem que espelhava nos olhos a vergonha e tristeza pela condição que estava sujeito.
Ver aquilo fez-me acreditar que temos muito pouco para dar até aos portugueses e que por isso não vos podemos iludir com a mentira da bonança e prosperidade, porque pode não ser o que irão encontrar. Encontrar trabalho é difícil, para alguém que fala a nossa língua, tem licenciaturas e doutoramentos, imagino a dificuldade de um estrangeiro. Falo da experiência que conheço, que provavelmente acabarão a trabalhar duramente a troco de escassa retribuição, que certamente não é o que almejam nesta "promessa" de sonho europeu.
Será que podemos dizer convictamente "venham! nós cuidamos de vós" sem risco de vos estarmos a mentir na cara? Será que vamos estar à altura de vos ajudar? Ou de apenas de vos dar um abrigo temporário, o qual abandonarão para os países fortes, assim como nós estamos a ter que fazer, para ter uma vida digna? Não estou a falar que os portugueses saem de cá para satisfazer caprichos de consumo, não, falo-vos de poder viver condignamente, para poder pagar as contas do mês.
Será que aquele rapaz que vi ontem se sente protegido no nosso país? Como podemos prometer protecção se os que cá estão também pedem nas ruas para comer?
Não sejamos hipócritas. Não podemos prometer mentiras. Se vierem para Portugal não vos posso prometer mentiras e contos fabulosos de vidas extraordinárias. Não vos consigo garantir que consigamos cuidar de vós ou que não acabarão frustrados ao fim de meio ano. Eu própria me sinto, como conseguiria ser desonesta convosco? Não vos posso garantir realização profissional ou estabilidade financeira, porque a maioria de nós também está nessa cruzada. Queria poder ajudar-vos e prometer que aqui estão seguros, que aqui vos vamos oferecer aquilo que tanto almejam, mas não posso. Sei que até nos podemos organizar, arranjar casas para habitarem, mas e depois disso? Conseguiremos garantir realmente integração na sociedade? Garantir emprego? Criar capacidade para subsistirem dignamente?
Se vierem a única coisa que posso prometer é braços abertos, porque estarão num país que luta até para conseguir cuidar de si próprio.
Será que podemos dizer convictamente "venham! nós cuidamos de vós" sem risco de vos estarmos a mentir na cara? Será que vamos estar à altura de vos ajudar? Ou de apenas de vos dar um abrigo temporário, o qual abandonarão para os países fortes, assim como nós estamos a ter que fazer, para ter uma vida digna? Não estou a falar que os portugueses saem de cá para satisfazer caprichos de consumo, não, falo-vos de poder viver condignamente, para poder pagar as contas do mês.
Será que aquele rapaz que vi ontem se sente protegido no nosso país? Como podemos prometer protecção se os que cá estão também pedem nas ruas para comer?
Não sejamos hipócritas. Não podemos prometer mentiras. Se vierem para Portugal não vos posso prometer mentiras e contos fabulosos de vidas extraordinárias. Não vos consigo garantir que consigamos cuidar de vós ou que não acabarão frustrados ao fim de meio ano. Eu própria me sinto, como conseguiria ser desonesta convosco? Não vos posso garantir realização profissional ou estabilidade financeira, porque a maioria de nós também está nessa cruzada. Queria poder ajudar-vos e prometer que aqui estão seguros, que aqui vos vamos oferecer aquilo que tanto almejam, mas não posso. Sei que até nos podemos organizar, arranjar casas para habitarem, mas e depois disso? Conseguiremos garantir realmente integração na sociedade? Garantir emprego? Criar capacidade para subsistirem dignamente?
Se vierem a única coisa que posso prometer é braços abertos, porque estarão num país que luta até para conseguir cuidar de si próprio.
*Desculpem a agressividade, mas aquela imagem ontem desestabilizou-me.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Diz que é moda...
Ao dar uma vista de olhos na loja online da Bershka pus os olhinhos neste pedaço de moda contemporânea que é este par de calças - (momento para olhar e refletir) - e depois disso perceber plenamento o porquê da modelo estar tão aborrecida.
Deixa lá, tens a nossa solidariedade... se fossemos nós a usar umas calças dessas também estavamos com essas trombas assim revoltadas...
Eu acho que sim, que é uma calça que cai bem, perfeitamente adequada para a estação Outono-Inverno. Quem morar em Bragança ou na Guarda vai delirar com esta moda especialmente no Inverno...
Eu acho que sim, que é uma calça que cai bem, perfeitamente adequada para a estação Outono-Inverno. Quem morar em Bragança ou na Guarda vai delirar com esta moda especialmente no Inverno...
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Aii.. Mulheres..
A minha mãe fez recentemente 60 anos, mas a data de nascimento "oficial" do B.I está errada e atrasada 30 dias da data real.
Logo já festejamos os 60, segundo que "oficialmente" ela só tem 59.
Por estes dias perguntaram-lhe a idade... Uiihh, caso de polícia perguntarem-lhe isso. Ainda tentou escapar à pergunta, mas lá acabou por dizer que tinha 60 anos.
Depois, já só nós as duas, meia hora disto:
Podia muito bem ter dito 59 breubreubreu não sei como me saiu os 60 breubreubreu agora vão saber que tenho 60 breubreubreu 59 ainda estava nos "cinquentas" breubreubreu agora fui logo dizer 60 breubreubreu porquê é que não disse 59? breubreubreu. Relatou meia hora a senhora que não se conformava.
Logo já festejamos os 60, segundo que "oficialmente" ela só tem 59.
Por estes dias perguntaram-lhe a idade... Uiihh, caso de polícia perguntarem-lhe isso. Ainda tentou escapar à pergunta, mas lá acabou por dizer que tinha 60 anos.
Depois, já só nós as duas, meia hora disto:
Podia muito bem ter dito 59 breubreubreu não sei como me saiu os 60 breubreubreu agora vão saber que tenho 60 breubreubreu 59 ainda estava nos "cinquentas" breubreubreu agora fui logo dizer 60 breubreubreu porquê é que não disse 59? breubreubreu. Relatou meia hora a senhora que não se conformava.
Achei uma parvoíce pegada.
Ainda não senti que tivesse herdado este feitio e acho que não vou ser assim, mas quando fizer 30 falamos... Se calhar também vou andar ai a chorar as pedras da calçada.
Ainda não senti que tivesse herdado este feitio e acho que não vou ser assim, mas quando fizer 30 falamos... Se calhar também vou andar ai a chorar as pedras da calçada.
Nunca fiando.
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Dias cinzentos
[Estes últimos tempos têm sido complicados para mim, em relação à minha vida profissional.
Estou descrente em relação ao futuro. Tinha imensas crenças e confiança que têm sido constantemente abaladas. Não me entendam mal, eu gosto muito da minha profissão, mas começo a achar que o futuro será inconsistente e tortuoso. Eventualmente presa a recibos verdes e "olha lá".
O mercado de trabalho está absolutamente saturado e às vezes dou por mim a pensar que deveria ter escolhido outra área, mas depois olho para trás e orgulho-me do meu percurso, das minhas conquistas, das (incontáveis) provas a que fui sujeita ao longo destes anos e que superei.
Contudo, de que vale isso tudo se não conseguimos mostrar o nosso valor, do que somos capazes?
Contudo, de que vale isso tudo se não conseguimos mostrar o nosso valor, do que somos capazes?
Enfim, estou a passar por um período em que tudo o que se avista no céu são nuvens sombrias, muitos dirão que virão tempos melhores, mas custa-me acreditar. Custa-me realmente acreditar.]
domingo, 16 de agosto de 2015
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
terça-feira, 11 de agosto de 2015
O choque do silicone
Eu que até sou a favor do silicone, se a mulher quer e pode, então nada contra, desde que fique esteticamente bonito.
Mas mas mas... há sempre um mas.
Este verão conheci uma mulher esbelta com tudo no sítio. Desconfiei logo que havia silicone, porque era demasiada proporcionalidade para ser obra divina. A coisa passou. Por circunstâncias várias fomos à praia juntas e ai sim, vi o terror. Era silicone, sim, mas a questão não era essa. As próteses estavam muito visíveis, era possível ver todos os contornos da mesma, porque era mesmo muito superficial e cada vez que ela se inclinava para a frente o peso da prótese fazia repuxar a pele. Ficava com os seios com imensas depressões, a toda a volta, com as marcas do peso da prótese. Só mesmo vendo.
Desde aí fiquei muito mais alerta, porque há resultados assustadores! [Se bem que não é preciso perceber muito da coisa para entender que apenas uma camada fina de pele a segurar próteses de silicone de tamanho generoso é coisa que é capaz de não correr bem.] Daí as cirurgias por detrás do músculo serem mais caras, provavelmente porque isto já não deve acontecer.
Eu sou adepta de tudo low cost mas se calhar neste assunto é melhor se ter cuidado...
Eu sou adepta de tudo low cost mas se calhar neste assunto é melhor se ter cuidado...
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Diário dos pobres - versão férias.
Eu e o namorado fomos para a Figueira.
Vai uma pessoa mais para Sul, para fugir às nortadas e pumbas! vento com força como se estivéssemos em Esposende, num dia de trovoada. Ventinho nas trombas não nos faltou, graçasadeus. Pessoas próximas vão para Punta Cana, nós vamos para a Figueira. Of course!
Chegamos ao hotel, 2ª linha da praia, vista para o mar do quarto e tal. Chegamos, pagamos e pedimos recibo. Percebemos logo ali, que o tipo da recepção não sabia escrever e foi o namorado que teve que preencher o dito recibo, depois de meia hora de tentativas falhadas por parte do senhor.
Chegamos ao quarto e... percebemos que não tínhamos tv nem wifi e a cama era duvidosa. Great!
Chegamos ao quarto e... percebemos que não tínhamos tv nem wifi e a cama era duvidosa. Great!
Tentamos procurar locais de interesse na Figueira e não encontramos grande coisa. Não há um monumento, não há uma Zara em saldos, enfim... uma 'ssoa fica um bocado chateada, mas pronto, supera a situação.
Encontrei uma loja no comércio tradicional que alegava ser muito baratinha, só com coisas de praia e lá fui eu toda lampeira. Andava à procura de chapéus e fui experimentar os que tinham lá. Mal ponho o chapéu de abas na cabeça e o puxo dos lados para baixo, para o colocar, sinto metade do chapéu a descoser. Como só podia ser.
Na vinda para casa dá umas dores ao carro do namorado... Embraiagem foi à vida e cada vez que ele quer trocar a mudança, basicamente o carro não deixa. Pois que viemos, em quarta, para cima, pela estrada nacional, com semáforos de 500 a 500 metros (e um carro sem lhe podermos meter mudanças). Foi lindo, fizemos rotundas em quarta, rezávamos para os sinais virassem para verde para não termos que parar, passamos sinais verm.., (cof! cof!, agentes da autoridade que estejam a ler, nada.. não fizemos nada disso, eu é que estou com um surto psicótico, não liguem, dá-me assim às vezes, mas já estou medicada, não se preocupem).
Enfim, o importante era mesmo chegar a casa, nem que para isso tivéssemos que limpar umas velhas pelo caminho, nas passadeiras.
Tenho cá para mim que, a menos que eu e o namorado sejamos apanhados na curva pelo Alzeimer, não voltamos a pôr um mindinho na Figueira nem sob ameaça de morte, tão gira que foi a coisa.
Na vinda para casa dá umas dores ao carro do namorado... Embraiagem foi à vida e cada vez que ele quer trocar a mudança, basicamente o carro não deixa. Pois que viemos, em quarta, para cima, pela estrada nacional, com semáforos de 500 a 500 metros (e um carro sem lhe podermos meter mudanças). Foi lindo, fizemos rotundas em quarta, rezávamos para os sinais virassem para verde para não termos que parar, passamos sinais verm.., (cof! cof!, agentes da autoridade que estejam a ler, nada.. não fizemos nada disso, eu é que estou com um surto psicótico, não liguem, dá-me assim às vezes, mas já estou medicada, não se preocupem).
Enfim, o importante era mesmo chegar a casa, nem que para isso tivéssemos que limpar umas velhas pelo caminho, nas passadeiras.
Tenho cá para mim que, a menos que eu e o namorado sejamos apanhados na curva pelo Alzeimer, não voltamos a pôr um mindinho na Figueira nem sob ameaça de morte, tão gira que foi a coisa.
O que eu devia ter feito era ir para a Figueira, ter-me metido no Casino e ter engatado um daqueles velhotes que troca 1000€ em fichas just for fun.
Depois sim, podia vir para aqui falar-vos do meu resort, na linha da praia, nos bombons no travesseiro, das toalhas dobradas em forma de cisne, do telefone fixo ao lado da sanita, nas águas claras e límpidas das ilhas gregas e do carro desportivo com que passeamos.
Contudo, caros leitores, o que temos é disto, porque quem nasce para lagartixa, não chega a jacaré...
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Estava sentada no carro, ele no colo, levantei-me a toda a velocidade e já só o vi a voar...
Sabes que és desajeitada, sabes que tens a motricidade fina de uma foca, sabes que és esquecida.
Por que raio Eva Maria 'fostes' tu tirar a capa do Iphone novinho e achar que eras uma alma que pode andar sem protecção no bicho??????
Era uma vez um Iphone novinho e imaculado.
Vou só ali chorar muito e já volto.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
quinta-feira, 23 de julho de 2015
terça-feira, 21 de julho de 2015
segunda-feira, 20 de julho de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Novo no armário: Saldos!
Pois que perdi a cabeça e comprei 4 pares de calças a 9.99€ cada, na Mango.
Acho que são bons básicos, que é o que normalmente se pretende nos saldos. Vão dar-me uma enorme possibilidade de looks mais clássicos, que o trabalho normalmente exige.
Acho que são bons básicos, que é o que normalmente se pretende nos saldos. Vão dar-me uma enorme possibilidade de looks mais clássicos, que o trabalho normalmente exige.
Tendo em conta as que já tinha antes diria que tenho calças clássicas para os próximos anos.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Perder peso! A saga continua.
Já tenho falado aqui numa mudança de hábitos que iniciei desde o inicio do ano.
Pois que hoje a balança marcou -5 kgs. Mesmo quando já abandonei o objectivo de perda de peso há poucos meses. De salientar que eu não tinha muito peso para perder, senão estes 5kgs, e mais que estes implica já algum risco nutricional. Pelo que estou bem e verdadeiramente me sinto bem.
Resultou de uma mudança que aconteceu de dentro para fora. Com verdadeira motivação intrínseca e alteração de hábitos de actividade física e alimentação sobre uma preocupação estética, mas verdadeiramente de saúde.
[Se me permitirem conselhos] tenho que dizer que fujam de dietas de
internet miraculosas que vos enganam e de profissionais que unicamente vos entopem de
medicação/suplementação para emagrecer. Procurem profissionais sérios e encarem verdadeiramente o exercício
físico e a mudança de hábitos alimentares como algo imprescindível e têm a fórmula certa para perderem e
manterem o peso de forma saudável.
Se formos acompanhados pelos profissionais certos vamos perceber que as soluções que procuramos estão dentro de nós.
Se formos acompanhados pelos profissionais certos vamos perceber que as soluções que procuramos estão dentro de nós.
True Story.
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