quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
2015
Este foi o ano em que tive dúvidas, o ano em que tive certezas, o ano em que me consolidei, o ano em que desesperei, mas foi também o ano em que comecei a provar o meu valor.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Milagre de (Pós) Natal
Eu tenho um gosto especial por coisas que esgotam.
-Ai que é tão giro, queria tanto, pode ver se há o meu número em alguma loja?
-Lamento está esgotado.
-Ai que é tão giro, queria tanto, pode ver se há o meu número em alguma loja?
-Lamento está esgotado.
Talvez seja uma forma de o universo me dizer: "Eva Luna, está masé quieta, não gastes dinheiro". Isto fazia-me bastante sentido, mas é que eu depois fico a remoer. Aqui há uns tempos perdi-me de paixões por uma saia da Zara, só havia o L, depois de eu experimentar a saia saiu de stock, puff!, esgotou e deixou de existir. O namorado tentou até com uma amiga que a pudesse comprar noutro país e também lá nada da bicha. Esfumou-se. Podia era ter desaparecido antes de eu ter experimentado e me apaixonado. Raios.
Nesta colecção defini 3 coisas que queria. 2 golas da Primark, uma de pêlo outra de malha - que já comprei (e que já devia ter colocado aqui mas a coisa passa-me) e um colete de pêlo sintético. Depois de experimentar uma média de 214 gostei de um da Bershka. Pois que experimento o único exemplar da loja, um S que me fica obviamente pequeno, percebo que gosto dele (e o namorado também) peço o M e percebo que o bicho (no meu tamanho) se esgotou no país. (Isto a meio de Dezembro)
Nesta colecção defini 3 coisas que queria. 2 golas da Primark, uma de pêlo outra de malha - que já comprei (e que já devia ter colocado aqui mas a coisa passa-me) e um colete de pêlo sintético. Depois de experimentar uma média de 214 gostei de um da Bershka. Pois que experimento o único exemplar da loja, um S que me fica obviamente pequeno, percebo que gosto dele (e o namorado também) peço o M e percebo que o bicho (no meu tamanho) se esgotou no país. (Isto a meio de Dezembro)
Está certo.
Já sem qualquer esperança hoje abro a loja online da Bershka, que está em saldos, e volto a ver o piqueno em M. Não sei se foi devolução, se é magia negra mas ele está lá e com 25% de desconto. Na dúvida já o comprei online. Até ele chegar eis as minhas ideias de o conjugar:
Já sem qualquer esperança hoje abro a loja online da Bershka, que está em saldos, e volto a ver o piqueno em M. Não sei se foi devolução, se é magia negra mas ele está lá e com 25% de desconto. Na dúvida já o comprei online. Até ele chegar eis as minhas ideias de o conjugar:
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Dark Side of Xmas
No outro fim de semana fui tratar das prendas de Natal - ou achava eu.
Ia resolver a questão rapidamente.
Vim embora com 1 prenda comprada.
Não acho muito espectacular isto das prendas. Nem de receber nem de dar. Como raramente acertam no que gosto o meu ar é sempre de "ahhh, obrigada, gosto tanto (not!)" já desencorajei toda a gente a fazê-lo. Não faz sentido estarem a gastar dinheiro em vão.
Comprar para oferecer às pessoas que gosto, para mim, seria facílimo facílimo não fosse o orçamento necessário. Sabia exatamente o que dar, se tivesse disponibilidade financeira para tal, coisa que não acontece. De modos que comprar lembranças é daquelas coisas que me chateia e acabo por nunca me conseguir decidir.
As restantes (quais restantes - são quase todas!) vão ficar para a última e vai ser um toma lá que é tão giro, ou se calhar não, mas foi o que encontrei. Não gosto disto. Gosto de dar quando encontro uma coisa gira, quando acho a cara da pessoa, em qualquer altura, não de comprar por obrigação e depois perceber que o que compramos vai acabar no fundo de uma gaveta sem nunca ver a luz do dia.
- Atenção que falo de lembranças, porque há prendas que não dá como falhar, há apostas seguras que conhecendo a pessoa é garantido que vai ser espectacular tanto dar como receber. Mas como, no meu caso, falo de lembranças, eccckk...
As restantes (quais restantes - são quase todas!) vão ficar para a última e vai ser um toma lá que é tão giro, ou se calhar não, mas foi o que encontrei. Não gosto disto. Gosto de dar quando encontro uma coisa gira, quando acho a cara da pessoa, em qualquer altura, não de comprar por obrigação e depois perceber que o que compramos vai acabar no fundo de uma gaveta sem nunca ver a luz do dia.
- Atenção que falo de lembranças, porque há prendas que não dá como falhar, há apostas seguras que conhecendo a pessoa é garantido que vai ser espectacular tanto dar como receber. Mas como, no meu caso, falo de lembranças, eccckk...
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Conversas de comboio
No outro dia no comboio sentaram-se à minha frente uma senhora que aparentava 40 e poucos anos e uma miúda (filha) de cerca de 15/16, com sinais evidentes de excesso de peso.
Conversa entre as duas, num tom em que se ouvia em toda a carruagem:
Filha: Sua nojenta!
Mãe: Feia!
Filha: Tens os dentes podres!
Mãe: Se não estivesses cá este mundo ficava mais leve... com o que tu comes...
Filha: Olha tu, sua baleia!
Mãe: E tu és elefanta..
Filha: Hipopótamo!
Mãe: E tu és um T-Rex, não há pior que isso..
(pausa de 30 segundos)
Filha: Sabes, tu não mandas em mim, se mandasses eu já estava no fim da linha.
Mãe: Eu mando em ti!
Filha: Óh, sua nojenta.
Mãe: Sabes... a tua sorte é teres a mãe fixe que tens.
Filha: E tu teres a filha fixe que tens.
Conversa entre as duas, num tom em que se ouvia em toda a carruagem:
Filha: Sua nojenta!
Mãe: Feia!
Filha: Tens os dentes podres!
Mãe: Se não estivesses cá este mundo ficava mais leve... com o que tu comes...
Filha: Olha tu, sua baleia!
Mãe: E tu és elefanta..
Filha: Hipopótamo!
Mãe: E tu és um T-Rex, não há pior que isso..
(pausa de 30 segundos)
Filha: Sabes, tu não mandas em mim, se mandasses eu já estava no fim da linha.
Mãe: Eu mando em ti!
Filha: Óh, sua nojenta.
Mãe: Sabes... a tua sorte é teres a mãe fixe que tens.
Filha: E tu teres a filha fixe que tens.
Esbofetear alguém no comboio dá chatice?
Eu tive que me controlar tanto...
Eu tive que me controlar tanto...
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Da precariedade
Não sei de que forma algum dia poderei ter uma casa, não sei se algum dia poderei viajar como gostaria. Não sei se algum dia terei estabilidade no trabalho. Simplesmente não sei. O pior de tudo ainda é a falta de perspectivas para o futuro.
Eu, precária, me assumo. Há dias em que me culpabilizo. O mais certo é ser culpa minha. Não fiz o suficiente. Não é possível que tenha feito o suficiente.]
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Sugestões de fim-de semana
Obaa que é sexta-feira e para a semana há feriado, muitos sortudos já só voltam ao trabalho quarta feira, então que tal sugestões para o que para alguns são umas mini férias?
Onde ir:
O Jornal britânico Independent propõe viajar até à cidade do Porto neste Natal. Um belíssimo artigo para ler aqui.
Ainda o jornalista que escreveu o artigo não tinha visto a fantástica decoração de Natal deste ano.
Concertos a ficar de olho:
U2 e Adele (informação e preços aqui).
Bilhetinhos para estes concertos seriam uma bela prenda de Natal.
Filmes para ver em casa:
Bilhetinhos para estes concertos seriam uma bela prenda de Natal.
Filmes para ver em casa:
Meu Passado me Condena e Meu Passado me Condena 2
Um filme com Fábio Porchat e Miá Mello, de "A Porta dos Fundos".
Como é que eu andei tanto tempo sem saber da existência destes filmes? O último foi gravado em Portugal (spoiler: os actores portugueses estragam um bocadinho o coisa) mas ainda assim são bastante engraçados.
Sugestão fit:
Para acompanhar o filme: Sugestão de pipocas saudáveis, rápidas, sem gordura e sem sujar loiça nenhuma (estou rendida!) daqui:
Sugestão de compra:
Um filme com Fábio Porchat e Miá Mello, de "A Porta dos Fundos".
Como é que eu andei tanto tempo sem saber da existência destes filmes? O último foi gravado em Portugal (spoiler: os actores portugueses estragam um bocadinho o coisa) mas ainda assim são bastante engraçados.
Sugestão fit:
Para acompanhar o filme: Sugestão de pipocas saudáveis, rápidas, sem gordura e sem sujar loiça nenhuma (estou rendida!) daqui:
Sugestão de compra:
Estola de pêlo Primark 9€
Quentinha e permite uma conjugação de looks bastante interessante. Eu já comprei a minha.
Quentinha e permite uma conjugação de looks bastante interessante. Eu já comprei a minha.
Bom fim de semana!
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim...
É segunda-feira e eu já me sinto de rastos. Pela primeira vez custa-me até ter os olhos abertos.
Está frio. Tenho fome. Estou cansada. Ainda tenho mais uma hora de trabalho e mais outra para chegar a casa. Estou mesmo no limite das minhas capacidades.
Agora só por curiosidade alguém me sabe dizer qual é a ponte com melhor vista, que é para eu me atirar de lá, mas pelo menos para ter um cenário bonito? A ponte D. Luís? Arrábida?
Grata.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Eu muito gosto de desafiar a sorte
Todos os dias deixo o meu carro num parque de uma estação de comboios.
Recentemente quando ia tirar bilhete entra um senhor na bilheteira a dizer que "lhe assaltaram o carro e que é sempre a mesma coisa, que não há o mínimo de segurança naquele parque".
Esperei o dito senhor sair para perguntar ao balcão se era mesmo assim, esperando ouvir um reconfortante "não ligue, isso não é assim" que me tranquilizasse. Ao que o senhor me diz que assaltos "é todas as semanas". Por isso fiquei logo muito reconfortada. Disse-me, inclusive, que no outro dia uma senhora sentou-se no carro e só depois reparou que não tinha nem volante. Tinham lhe desmontado o tablier e levado tudo.
Hoje, hoje... decidi esquecer-me do meu iphone no banco do carro.
Quanto custa um vidro de uma janela mesmo?
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Incompetência ao quadrado
"Até à próxima sessão plenária, na quarta-feira, a bandeira francesa estará visível na fachada da Assembleia, como sinal de solidariedade. "
Não sei quem é mais incompetente. Se quem coloca as bandeiras na Assembleia (em principio bastante incompetente), se os jornalistas do Expresso.
Eu não sei porque raio estamos solidários com a Holanda.

Eu não sei porque raio estamos solidários com a Holanda.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Paris
Julguei que caminhávamos a passos largos do obscurantismo, que nos estávamos a distanciar da ignorância e que traçávamos rumo à razão e ao progresso.
Pensei que já tínhamos desbravado terreno e que, por exemplo, o holocausto, era hoje apenas 3 páginas da nossa história a não repetir. Pensei que as atrocidades faziam parte de um passado guardado nos livros de história. Pensei que tínhamos todos tirado as ilações necessárias e que não permitiríamos que elas se repetissem.
Hoje não tenho mais certeza.
Não sei se alguma vez poderemos viver sem medos. Sem receios. Sem radicalismos.
Não consigo encontrar uma única justificação para quem ceifa vidas impiedosamente e sem critério. De cabeça quente culpo a religião e as crenças inúteis que, por vezes, nos querem vender. Culpo o fanatismo. Culpo a ausência de educação. Culpo quem dá armamento a crianças, em vez de livros.
Não imagino o terror que passaram os que lá estiveram e a impotência dos familiares e amigos que ficaram. Não posso imaginar.
O que fica depois disto? Penso que pouco.
Para os terroristas deve ficar a glória do seu feito. Uma vez que percebem que conseguem "abanar o mundo" e publicita-lo de forma ímpar. Todos os telejornais, todos os mídia, todas as redes sociais espalham o medo e o horror. Julgo que a sua força aumenta a cada vídeo que surge na internet, a cada reportagem que relata o pânico vivido.
Não sei se conseguiremos travar o que está a acontecer. Não sei se teremos forças suficientes. Esta luta é tremendamente desigual.
Pensei que já tínhamos desbravado terreno e que, por exemplo, o holocausto, era hoje apenas 3 páginas da nossa história a não repetir. Pensei que as atrocidades faziam parte de um passado guardado nos livros de história. Pensei que tínhamos todos tirado as ilações necessárias e que não permitiríamos que elas se repetissem.
Hoje não tenho mais certeza.
Não sei se alguma vez poderemos viver sem medos. Sem receios. Sem radicalismos.
Não consigo encontrar uma única justificação para quem ceifa vidas impiedosamente e sem critério. De cabeça quente culpo a religião e as crenças inúteis que, por vezes, nos querem vender. Culpo o fanatismo. Culpo a ausência de educação. Culpo quem dá armamento a crianças, em vez de livros.
Não imagino o terror que passaram os que lá estiveram e a impotência dos familiares e amigos que ficaram. Não posso imaginar.
O que fica depois disto? Penso que pouco.
Para os terroristas deve ficar a glória do seu feito. Uma vez que percebem que conseguem "abanar o mundo" e publicita-lo de forma ímpar. Todos os telejornais, todos os mídia, todas as redes sociais espalham o medo e o horror. Julgo que a sua força aumenta a cada vídeo que surge na internet, a cada reportagem que relata o pânico vivido.
Não sei se conseguiremos travar o que está a acontecer. Não sei se teremos forças suficientes. Esta luta é tremendamente desigual.
Deveríamos todos rezar por Paris e por nós, pela nossa segurança no futuro, mas temo que rezar não seja suficiente.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Decidi colocar silicone!
Estava na hora de colocar silicone. Ouve-se muito de pós-operatório complicado, anestesia, recuperação difícil. Eu coloquei, não senti nada e digo já: Fiquei bem melhor agora.
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Aíííh!
Obviamente já não tinha bem presentes as dores que o aparelho provoca.
Já era algo que estava perdido na memória.
Que dores!
Bem, tendo em conta que ultimamente andava a comer mais, sobretudo quando chegava a casa muito tarde, parece-me que esse problema se irá auto-resolver.
Para jantar foi um suplício, agora nem quero ver comida, só pelas dores que me provoca.
Já era algo que estava perdido na memória.
Que dores!
Bem, tendo em conta que ultimamente andava a comer mais, sobretudo quando chegava a casa muito tarde, parece-me que esse problema se irá auto-resolver.
Para jantar foi um suplício, agora nem quero ver comida, só pelas dores que me provoca.
Resolução de ano novo: Ir ao ginásio para emagrecer? Nááá, pôr um aparelho. O efeito vai ser ela por ela.
domingo, 8 de novembro de 2015
Obrigada!
Ontem passei pela experiência mais aterradora da minha vida.
Por uma falha no meu carro, que eu ainda não consegui perceber, acabei por ficar atravessada numa estrada, à noite, debaixo de uma ponte sem iluminação e eu própria sem luz no meu carro.
Já vi filmes de terror menos assustadores.
Vi-me no carro, sem luzes, sem o conseguir tirar do meio da estrada, com o volante bloqueado e a assistir aos carros, que naturalmente não contavam comigo no meio da estrada, a vir em direcção a mim.
Já vi filmes de terror menos assustadores.
Vi-me no carro, sem luzes, sem o conseguir tirar do meio da estrada, com o volante bloqueado e a assistir aos carros, que naturalmente não contavam comigo no meio da estrada, a vir em direcção a mim.
Não vi a minha vida toda à frente mas senti "É agora, não me escapo desta".
Por sorte vieram 3 pessoas que me ajudaram a avisar os carros e a tirar o carro do meio da estrada e depois acabei por conseguir pôr o carro a trabalhar. Não consegui foi agradecer aquelas pessoas que me ajudaram, mas sem elas não sei o que me teria acontecido.
Por sorte vieram 3 pessoas que me ajudaram a avisar os carros e a tirar o carro do meio da estrada e depois acabei por conseguir pôr o carro a trabalhar. Não consegui foi agradecer aquelas pessoas que me ajudaram, mas sem elas não sei o que me teria acontecido.
Se, por um acaso do destino, me estiverem a ler: Obrigada! Não tenho como agradecer a vossa generosidade em me ajudar. Muito obrigada!
Sem eles hoje provavelmente estariam a ler que tinha desfeito o carro e que estava muito provavelmente a recuperar de um acidente. Quando percebi que estava bem e livre da situação percebi também que não invejava a sorte da minha colega que ontem tirou 20€ numa raspadinha. Eu que nunca ganhei nada de significativo senti-me verdadeiramente sortuda por estar bem.
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
O plano (quase) perfeito
Já aqui contei que trabalho "mil horas" por semana.
Ontem, quando espreitei a agenda para hoje eram 20.30h da noite (sim ainda estava no trabalho) e percebi que não tinha consultas marcadas até às 10h da manhã e pensei cá para os meus botões: "Amanhã só ponho os pézinhos cá as 9.30h".
Toda contente pus a despertar para as 7.40h em vez das 7h normais.
Hoje, de manhã, às 7h liga-me a secretária a dizer que só tenho consultas às 10h... que podia chegar mais tarde.
Toda contente pus a despertar para as 7.40h em vez das 7h normais.
Hoje, de manhã, às 7h liga-me a secretária a dizer que só tenho consultas às 10h... que podia chegar mais tarde.
E nunca mais preguei olho.
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Eu devo ter feito mesmo muito mal a alguém
Usei aparelho nos dentes durante 2 longos anos.
Retirei-o há 6 ou 7 anos (óh meu deus que o tempo voou) mas nunca fiquei contente com o resultado final. Gastei uma pequena grande fortuna e sempre fiquei triste com o resultado. Se na época já não aguentava mais o aparelho e todos os tratamentos e quis aceitar e esquecer o assunto ao longo dos tempos fui percebendo que é algo que não dá para ir adiando mais. Tenho que resolver isto.
Pois então que voltei ao mesmo dentista (que só podia estar bêbado para fazer um serviço tão mal acabado) e vou voltar a usar novamente aparelho.
Mais aparelho, mais tratamentos, mais sofrimento (mas que dores que aquilo causa!).
Já me lamuriei o quanto baste ao namorado que ele já não me pode ouvir, então tenho que me lamuriar aqui.
Vai voltar o glamour da comida enfiada nos brackets, as cuspidelas ao falar e o sorriso metálico.
Chama-se karma e eu devo merecer.
Pois então que voltei ao mesmo dentista (que só podia estar bêbado para fazer um serviço tão mal acabado) e vou voltar a usar novamente aparelho.
Mais aparelho, mais tratamentos, mais sofrimento (mas que dores que aquilo causa!).
Já me lamuriei o quanto baste ao namorado que ele já não me pode ouvir, então tenho que me lamuriar aqui.
Vai voltar o glamour da comida enfiada nos brackets, as cuspidelas ao falar e o sorriso metálico.
Chama-se karma e eu devo merecer.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Coisas que eu descubro
Não conhecia verdadeiramente a sensação de medo até me enfiar num carro com 3 homens a 150kms/hora, em autoestrada, em que vinham todos com os olhos espetados no tablet a ver o Porto B-Chaves, inclusive o condutor.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
O que eu queria mesmo.
O que eu queria mesmo era ir conhecer mundo. Fugir um bocadinho e ir tomar um chocolate quente a Paris ou a Amesterdão ou a Praga ou a Hamburgo ou a Viena. (Suspiro!)
As viagens vão-se adiando, o que é facto é que há sempre uma outra prioridade. Quando há dinheiro não há possibilidade de tirar férias, quando, por norma, há muito tempo livre não há dinheiro.
Eu sei que "becabeca" dinheiro não traz felicidade. Eu sei que não, eu vejo o quão triste consegue ser a vida de pessoas que estão muitíssimo bem, mas ora bolas... quão gira é a vida de quem, como tenho casos próximos, vai curar um desgosto de amor para a Tailândia ou vai dar uma volta de helicóptero sobre o Grand Canyon just for fun. Quão gira é a vida de quem consegue escapar-se por esse mundo fora, sempre que quiser. Não invejo coisas materiais, casas enormes, carros topo de gama, adapto-me bem a pouco. Gostava era de não ter que adiar sucessivamente ideias ou planos de viagem porque "nunca ser o momento certo", ou de começar a planear e acabar por desistir porque fica "fora do orçamento".
Damn you, life! Assim isto não é nada justo.
terça-feira, 27 de outubro de 2015
sábado, 24 de outubro de 2015
Shit day report
Sábado a trabalhar.
Tempo de bobby lá fora e a ameaçar chover.
Tempo de bobby lá fora e a ameaçar chover.
O almoço que trouxe na marmita apresenta a temperatura média de um dia de neve nas Penhas Douradas.
Ahh, o glamour...
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Teoria da relatividade
Há poucos dias tive a fazer o acompanhamento de uma jovem que tinha a minha idade.
Com um filho de 7 anos, já divorciada e com um ex-marido psicopata.
Comecei a olhar para mim e para trás. Posso ter cometido imensos erros, mas lá acertei em alguma coisa e a primeira foi não ter tido filhos muito jovem, nem me ter dado o impulso de querer casar com o primeiro namorado sério que tive.
Isto porque a minha vida teria sido, sem dúvida, muito mais do que conseguiria aguentar, do que sei que tenho estofo para aguentar. Hoje seria eu, provavelmente, a passar pelo que ela está a passar. Saúde física e mental absolutamente comprometida, incapaz de cuidar da filha, a ter que ter proteção da APAV, etc, etc.
E nisto me foco, como às vezes basta uma má decisão, algo mal pensado, mal calculado, que nos rouba todos os sonhos e a possibilidade de um futuro. Porque a ela isto foi-lhe roubado (por sigilo profissional naturalmente não posso entrar nos detalhes clínicos mais preocupantes), mas acreditem em mim, foi-lhe roubado sem dó nem piedade.
E nisto me foco, como às vezes basta uma má decisão, algo mal pensado, mal calculado, que nos rouba todos os sonhos e a possibilidade de um futuro. Porque a ela isto foi-lhe roubado (por sigilo profissional naturalmente não posso entrar nos detalhes clínicos mais preocupantes), mas acreditem em mim, foi-lhe roubado sem dó nem piedade.
E se com isto estiverem jovens a ler, daquelas que estão a passar por paixões assolapadas, historias de príncipes encantado, que querem que o "conto de fadas" comece as soon as possible, só posso dizer: Pensem. Uma, duas, cinco, trinta vezes antes. Não tenham pressa. O caminho faz-se caminhado.
Querer saltar etapas é querer deixar em branco capítulos da nossa própria história.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
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