quarta-feira, 19 de julho de 2017

Do casamento

A pedido de várias famílias eis o modelito by H&M, o penteado by cabeleireira da sogra e a clutch by OLX).


terça-feira, 11 de julho de 2017

Atualizações

Ora... ora... ora...


O tal casamento que eu tinha já aconteceu. Levei um vestido H&M cor salmão clarinho, comprido, que sujei com batom vermelho assim que pude. Uma classe.

O alisamento que fiz já perdeu o efeito ready-to-go ou seja o "efeito não precisas de fazer nada que ele fica incrível e magnífico na mesma". Voltei à prancha de alisar, mas é facto que está muuuuito mais disciplinado, mais fácil de alisar e tem menos volume que antes que também era o objetivo. Não fica fora de hipótese repetir no futuro a ver que consigo dominar esta juba magistral.


Comecei a dieta e o treino com 61,7Kgs e estou com 60,1Kgs. Não tem sido um processo fácil e muito menos rápido, mas hei-de lá chegar. 

Voltei ao ginásio e tenho um andar engraçado do treino de ontem. Vamos ver quanto dura. A alimentação anda irrepreensível tirando o casamento que comi normalmente (ou seja sem cuidados... quem manda o almoço ser às 17h da tarde? Não há heróis que aguentem).

A minha epifania de manter uma alimentação (ainda mais) cuidada e treinar veio mais do "positivo" do meu teste genético para a tal doença que vos falei mais do que qualquer necessidade extrema de perder peso. Acho que o meu namorado ainda não captou isso, mas tudo bem. Ele está focado no quão mais peso eu posso perder. Um fofo.

Ainda não fui de férias, como pode comprovar o meu semi-bronze de apenas 2 ou 3 dias de praia até ao momento e o meu estado anímico que quem dormia aqui um sono encostada ao móvel dos consumíveis num piscar de olhos. O que vale é que nas férias vou para um resort incrível com "vista para o mar" nas baleares. Puufff é mentira, vou ficar por casa, mas também ninguém precisa de saber.


São estas as novidades.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Esta vida tem assim umas coisas estranhas...

Um dos meus pacientes(?) clientes (?), ou seja lá o que quiserem chamar, faleceu.
Tinha quase 40 anos mas uma energia de 20 e um aspecto de 30 em plena forma. Simpático, alegre, bem-disposto e volta e meia saia das consultas tão contente que irradiava luz, sempre com um sorriso largo.

Numa sexta-feira vi-o fora do contexto das consultas e como sou meia envergonhada nem lhe disse nada. Acabei por fintá-lo sem lhe falar. No sábado ele faleceu num acidente de automóvel.

Ficou o choque, era tão cheio de vida, tão alegre, que é um contra-senso. Pelo que percebi tencionava ser pai, foi reconhecido no seu trabalho pelo seu mérito, recebeu uma medalha e assim de repente, faleceu.

Eu nem lhe disse nada. Ficou a certeza que devemos deixar de viver só para nós próprios, do alto da nossa vergonha ou arrogância e que faz sentido olharmos para quem nos rodeia e agirmos sem complexos, para que nada fique por dizer.


Não vá de, por um infortúnio do destino, ser a última oportunidade.

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