domingo, 14 de setembro de 2014

Portuguesa na Jihad. "Somos tratadas como princesas"


"Nunca regressarei", diz Ângela, de 19 anos, que fugiu da família para se casar com um guerrilheiro do Estado Islâmico, também ele português. "Nunca fui tão feliz", garante Ângela - ou Umm, como é conhecida na Síria. "Somos tratadas como princesas", conta ao jornal holandês. "Antes, eu nunca imaginaria que este homem me trataria tão bem", acrescenta, falando do noivo - e agora marido. "Estou aqui pela minha fé", conta. É verdade que às vezes cai uma bomba, mas não se sente medo. E se a bomba tiver escrito o nosso nome, tornamo-nos mártires, Insha'Allah."


In: Expresso
 
Isto é daquelas coisas que eu nunca vou perceber.
 
 

8 comentários:

Bruna Araújo disse...

Somos duas. Nunca perceberei como há pessoas que acham que a guerra é o melhor, que matar e morrer é uma escolha, uma opção. Estas pessoas poderão escolher, há muitas outras que morrem sem escolha, enfim.

Bom domingo!

http://umamulhercomumblog.blogspot.pt/

Sílvia disse...

Este tipo de coisas assustam-me confesso :s

Sónia RM disse...

Não dá mesmo para perceber...

Anónimo disse...

E quem garante que diz o que realmente sente. O discurso parece muito mais de homem a fazer de mulher. O mais certo é ter sido obrigada a dizer isto."Nunca pensei que este homem me tratasse tão bem". Soa estranho. Se vamos com um homem é porque pensamos que nos vai tratar muito bem. Se não, por que fugiu com ele? Foi obrigada? O discurso é estranho. não é forma como uma mulher se exprime. Não exatamente assim.

Bella Condessa disse...

"Estou aqui pela fé" só me apetece vomitar!!

Petra disse...

Se é que a rapariga está a ser sincera, cheira-me a uma baixa auto-estima e uma bela lavagem cerebral! as duas juntas olha deu nisto... Enfim tristeza de vidas de mentalidades.

Princesa Jasmine disse...

Depois de ele (talvez) prometer mundos e fundos, ela faz tudo por ele. Acho que falta qualquer coisa no meio desta história. Como costumo dizer, cheira-me.

Random Blogger disse...

Acho que o fundamentalismo, seja ele de que tipo for, não tem muito para perceber, infelizmente :\

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