A comida calórica têm algo de reconfortante. Só pode ter. Ninguém que está deprimido se põe a comer cenouras ou alfaces.
Há ali qualquer coisa de psicológico, contudo é o físico que vai à baila.
Dava tudo para ver no top dos jornais " Descoberta, cientificamente comprovada, a cura para a celulite. Especialistas afirmam que comer chocolate reduz consideravelmente a celulite".
Por enquanto não tenho o porquê de me queixar, mas era giro nem sequer ter que me preocupar com isso. E não era um mundo muito mais feliz? Eu respondo, sim era.
sábado, 26 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Amor à distância
Eu sou um bocado céptica e nem acredito que a maior parte dos amores resista à distância (não falo de uns dias nem semanas, refiro-me à distância a sério). Sei que a distância é complicada, sei que se o amor não for suficiente há caminhos mais fáceis, menos tortuosos. Talvez para muitos casais até nem seja complicado mas convençam-me que não há traição, sim convençam-me. Basta ver os chat's, os fóruns, os jornais, basta falar com os amigos que conhecem outros amigos, enfim, não me iludo na fidelidade total quando o amor não é verdadeiro e o que há de amores não verdadeiros por aí. Por isso, o amor nem sempre sobrevive puramente à distância. A distância leva bocadinhos. E, por vezes, mesmo o amor não basta.
No fundo, a distância é lixada porque, como diz o MEC, o amor é fodido.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Já tou mesmo a ver o resultado

Tenho andado ansiosa por causa das colocações no ensino superior, e como parece que eu tenho o sistema nervoso no estômago, acabo por ficar enjoada e não me apetece comer.
À custa disso depois dá-me aquela fome e pronto ponho-me a comer Vianetta. Já estou a deitar gelado pelos olhos, mas é a forma que encontrei para calar o bichinho da ansiedade e nervosismo que me ta a moer cá dentro, a minha outra forma é que vai para o espaço, mas isso já estou mesmo a ver.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
De modos que é isto
Tenho ido a imensos casamentos ultimamente e deparo-me sempre com uma triste realidade. A dança do "comboio" está para os casamentos como o açúcar está para os bolos. Ou seja, também se fazem sem isso mas não é a mesma coisa. E pronto, é vê-los a dançar o mítico " Apit'ó comboio ". E é deprimente meus senhores, é muito deprimente e cómico também. Ele é vê-los, executivos, professores, enfim, por momentos de gravata na testa a dançar o comboio como se não houvesse amanhã.
Uma promessa fica aqui feita,, no meu casamente NINGUÉM irá dançar tão célebre tema da música popular portuguesa.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Constataçãozinha
Há uns dias apercebi-me que, normalmente, as pessoas que mais dizem que vai correr tudo bem são as que mais precisam de um abraço e de ouvir o que tanto dizem, de ouvir alguém lhes dizer que sim, que vai correr tudo bem.
sábado, 15 de agosto de 2009
Bad boys
Todas nós gostamos de que os nossos homens sejam, pelo menos, um bocadinho bad boys. Gostamos que nos dêem flores e que sejam queridos connosco mas também gostamos que nos agarrem com firmeza e que nos encostem à parede, por isso levo à tal generalização perigosa de que as mulheres, por norma, gostam que os seus meninos tenham um lado de bad boys.
Contudo, varia de mulher para mulher. Eu gosto que sejam assim mas só um bocadinho, coisa pouca. Deus me livre ver e rir-me de um namorado que tenha o QI equivalente a um porta-chaves de um Ford Fiesta. Menos, bem menos.
Mas há mulheres que, efectivamente, gostam de Bad boys, daqueles que entram numa sala e que se faz silêncio, daqueles que se fazem a todas, passam a noite a pagar bebidas a miúdas e quando confrontados dizem na lata que não. Este tipo de homem nunca vai assumir responsabilidades. Mas, mesmo assim, há quem só se apaixone por este tipo de homem. A minha melhor amiga, parece que só gosta dos bad boys.
Do tipo que mete respeito, (às vezes medo até), daquele que com 25 anos ou mais tem "mais-irresponsável-não-há", escrito na testa. Ela morre de amores por um rapaz que bebe até cair todos os finais de semana, que provavelmente nunca leu um livro na vida, que lê e controla todas as mensagem e com quem não dá para manter uma conversa com o mínimo de lógica. É o perfeito Bad boy. Mas, ela gosta dele e sem se aperceber admite-lhe tudo o que fora daquele contexto acha impensável.
Nas relações, às vezes as pessoas perdem-se de tal forma que começam a perder personalidade e admitem o inadmissível. Mas é humano e naturalmente impulsivo, unia justificação que encontro. Por que não creio que se tenha que abdicar do que seja, mas tudo bem.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Não sei o que é

Mas faz-me espécie este casal. Acho que tal como me faz espécie num casal uma mulher muito mais alta que o homem, me faz impressão o contrário.
O amor não escolhe destas coisas, eu sei e respeito mas acho que não é só isso.
Há qualquer coisa de estranho ali.
Não sei, mas vi uma coisa que acho que comprova esta minha estranheza.
Esta semana fizeram uma festa no Algarve que passou na Sic lá para as 23h da noite em que ao vê-lo entrar os apresentadores perguntaram: "Então Gonçalo por aqui?"
Ao que ele respondeu: " Sim, vim acompanhar a Patroa "
Desculpem lá: " Patroa " ? What? Desculpem-me, mas ou é de mim ou Patroa é mau, chamar à namorada Patroa é muito mau.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
homens com h minúsculo
A minha amiga namorou três anos. Partilhou a vida, dividiu e somou tudo o que ao longo de três anos uma relação exige.
Ao fim de três anos ouviu aquilo que ninguém que está apaixonado merecia ouvir, ouviu « eu nunca te vou amar, a ti nem a mulher alguma ».
Os planos, a casa, as cedências, o amor sofreu um golpe que perfurou tudo o que, em aparentes bases sólidas, tinham construído juntos.
Ela ama-o, ama-o apesar disso, apesar de ter ouvido o pior que se poderia ouvir. Após um ano desde que acabaram ela continua a andar com a foto dele na carteira. Continua a pensar e a viver numa esperança secreta e escondida que aquele homem, que a trocou por dinheiro, que apesar de três anos de relacionamento nunca lhe disse Amo-te, aquele que não a apresentava aos amigos por namorada, se aperceba de que o amor que sente por ele é maior do que ele algum dia terá de alguém.
Após a desilusão noto-a descrente em relação ao amor, pois as marcas que ficaram parecem não desaparecer.
É fácil ficarmos descrentes, desiludidas, desapontadas em relação ao amor, apenas porque muitas de nós se cruzaram com homens com h minúsculo, que não só criaram laços para os desfazer abruptamente como cravaram cicatrizes que vão permanecer marcando a vida de muitas que cairam no erro de acreditar num amor com a minúsculo.
Ao fim de três anos ouviu aquilo que ninguém que está apaixonado merecia ouvir, ouviu « eu nunca te vou amar, a ti nem a mulher alguma ».
Os planos, a casa, as cedências, o amor sofreu um golpe que perfurou tudo o que, em aparentes bases sólidas, tinham construído juntos.
Ela ama-o, ama-o apesar disso, apesar de ter ouvido o pior que se poderia ouvir. Após um ano desde que acabaram ela continua a andar com a foto dele na carteira. Continua a pensar e a viver numa esperança secreta e escondida que aquele homem, que a trocou por dinheiro, que apesar de três anos de relacionamento nunca lhe disse Amo-te, aquele que não a apresentava aos amigos por namorada, se aperceba de que o amor que sente por ele é maior do que ele algum dia terá de alguém.
Após a desilusão noto-a descrente em relação ao amor, pois as marcas que ficaram parecem não desaparecer.
É fácil ficarmos descrentes, desiludidas, desapontadas em relação ao amor, apenas porque muitas de nós se cruzaram com homens com h minúsculo, que não só criaram laços para os desfazer abruptamente como cravaram cicatrizes que vão permanecer marcando a vida de muitas que cairam no erro de acreditar num amor com a minúsculo.
domingo, 9 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Ora vamos cá ver
Infelizmente à algumas semanas tive um familiar próximo internado num hospital público, durante uma semana, em que eu cumpri todas as visitas possíveis.
De modo em que passei grande parte dos meus dias no hospital onde dei por mim a pensar que talvez não estivesse num hospital mas sim num centro comercial, visto:
- o enorme número de pessoas a andar por lá;
- a existência de lojas;
- uma payshop (onde carreguei o meu telemóvel);
- uma loja de recordações;
- um Banco;
- música ambiente.
e ainda reclamam do estado do sistema de saúde em Portugal..
De modo em que passei grande parte dos meus dias no hospital onde dei por mim a pensar que talvez não estivesse num hospital mas sim num centro comercial, visto:
- o enorme número de pessoas a andar por lá;
- a existência de lojas;
- uma payshop (onde carreguei o meu telemóvel);
- uma loja de recordações;
- um Banco;
- música ambiente.
e ainda reclamam do estado do sistema de saúde em Portugal..
eu quero,, eu quero..
Eu quero mais dias assim.
Sem pensar em nada,, onde a preocupação é estar deitada na relva e dar uns mergulhos,, eu estou a precisar tanto de uns dias assim como hoje, tanto..
Amanhã o dia vai ser complicado:
10.00h no dentista;
11.35h às 20.30h trabalhar
22h Concerto dos Buraca Som Sistema
Sendo que Domingo vou trabalhar outra vez. Coragem para mim. Coragem.
Sem pensar em nada,, onde a preocupação é estar deitada na relva e dar uns mergulhos,, eu estou a precisar tanto de uns dias assim como hoje, tanto..
Amanhã o dia vai ser complicado:
10.00h no dentista;
11.35h às 20.30h trabalhar
22h Concerto dos Buraca Som Sistema
Sendo que Domingo vou trabalhar outra vez. Coragem para mim. Coragem.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
A proposta
Hoje fui ver o filme A Proposta com alguns amigos.
Não obriga a uma grande reflexão. Não é de chorar a rir do início ao fim. Não acrescenta muito ao que já sabemos. Mas, é um filme mais ou menos, a primeira parte não prendeu muito, mas na segunda já estávamos todos a torcer para que ficassem juntos. Foi giro e deu para rir q.b. .
sábado, 1 de agosto de 2009
Ah, pois é..
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Situaçãozinha da Maya na FHM #3
A sério que não é implicanço com estas revistas, mas depois de ver as fotos da Maya da FHM. Não sei. É a crise.Não é a crise que justifica tudo? Então só pode ser a crise. Deve paralisar o cérebro a esta gente das revistas do género.
E por favor não me falem da capa, que aquilo é tão apelativo como béchamel de baratas.
A produção tá tão parolinha,, tão tão.
Contudo eu começo a achar que a direcção destas revistas devem estar sob o comando de mulheres ou gays, passo a explicar o raciocínio:
1) Aquilo que esta a ser dirigido por homens, porém gays, que seleccionam as mulheres pelo facto de serem figuras públicas e como o olho não tá habituado a uma triagem que os ditos Homens normais e resulta no que se vê.
2) Ou estão a ser dirigidos por mulheres. Mulheres essas que são umas queridas e querem mostrar que afinal as mulheres comuns são muito mais interessantes do que muitas figuras públicas,, fazendo com que apareçam em produções deslavadinhas, sem gosto ou que despertem interesse algum na população masculina e consequentemente no homem que têm em casa.
3) Ou então os donos da revista estão miliionário e andam a gozar com o pessoal e não se importam que não se vendam mais de dois exemplares por distrito.
E por favor não me falem da capa, que aquilo é tão apelativo como béchamel de baratas.
A produção tá tão parolinha,, tão tão.
Contudo eu começo a achar que a direcção destas revistas devem estar sob o comando de mulheres ou gays, passo a explicar o raciocínio:
1) Aquilo que esta a ser dirigido por homens, porém gays, que seleccionam as mulheres pelo facto de serem figuras públicas e como o olho não tá habituado a uma triagem que os ditos Homens normais e resulta no que se vê.
2) Ou estão a ser dirigidos por mulheres. Mulheres essas que são umas queridas e querem mostrar que afinal as mulheres comuns são muito mais interessantes do que muitas figuras públicas,, fazendo com que apareçam em produções deslavadinhas, sem gosto ou que despertem interesse algum na população masculina e consequentemente no homem que têm em casa.
3) Ou então os donos da revista estão miliionário e andam a gozar com o pessoal e não se importam que não se vendam mais de dois exemplares por distrito.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Bem feita
Armada em parva. Bem feita.
Eu, estúpida, acordei cedo para ir ajudar uma pessoa, perdi a manhã inteira e agora levei com um " Por tua causa " dessa pessoa.
Prontinho, bem feita que é para a próxima não te armares em Carmelita descalça.
Não, não, hás-de vir mais cá ter, deixa-te estar.
Eu, estúpida, acordei cedo para ir ajudar uma pessoa, perdi a manhã inteira e agora levei com um " Por tua causa " dessa pessoa.
Prontinho, bem feita que é para a próxima não te armares em Carmelita descalça.
Não, não, hás-de vir mais cá ter, deixa-te estar.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Violinista
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Creepy
É assustador saber que um amigo meu trata a namorada por " mama do eu " e que ela o trata por " bebé ".
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Tenho fobia a este post
Na sequência do meu medo ( pavor de morte ) de agulhas decidi procurar saber o nome científico disto. Tipo para poder chegar a qualquer sítio e dizer "Olá, eu sou a Eva Luna e tenho qualquer coisa acabada em fobia."
Tenho um semelhante pavor que já desmaiei por causa disso.
E como encontrei uma lista interessante, decidi escolher as melhores para postar aqui.
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia.
O diagnóstico para quem tem medo de palavras grandes. Já estou a imaginar alguém a ir ao médico deseperado a dizer " Doutor eu tenho hipopotomonstrosesquipedaliofobia " e a sair a gritar do consultório fora.
Agrafobia
Medo de abuso sexual. No fundo todas as mulheres têm medo disso, ainda por cima se for assim um gajo alto, lindo, inteligente. Medo, muito medo.
Aicmofobia
Medo de agulhas de injeção. Pronto encontrei a minha.
Anuptafobia
Medo de ficar solteiro (a). Afecta maioritariamente mulheres na faixa a partir dos 28 com vida sexual deprimente e com celulite.
Ciprinofobia
Aversão a prostitutas. Afecta muito a população masculina que não trabalha em espanha e/ou na contrução civil, daqueles que não possuem brincos de tamanho consideravel e de brilhantes ( maioritariamente falsos ) e que não têm um carro tune.
Cleptofobia
Medo de ser roubado. Nos dias que correm temos todos.
Eisoptrofobia
Medo de espelhos ou de se ver no espelho. Normalmente incide nas mulheres às quais um 38 já deixou de servir. Não falo mais nisto.
Estupofobia
Medo de pessoas estúpidas. Se eu tivesse uma fobia dessas estava tramada, entrava em hiperventilação duas a três vezes por dia. Ainda bem que não tenho, era desconfortável.
Filemafobia ou filematofobia
Medo de beijar. Eu sinto muito isso. É de beijar, de abraçar, de ter mimos, atenção. Sempre que posso fujo desnorteada por aí fora.
Hedonofobia
Medo de sentir prazer. É como o de cima. Eu já nem vou de férias para as Maldivas, não é por não ter dinheiro para gastar em destinos paradisiacos, nem nada, é porque não vá eu sentir prazer ou assim e tenho medo,, também tenho esta,, sofro muito disso.
Heterofobia
Etimologicamente medo do sexo oposto, uso comum: medo da heterossexualidade. Nos homens reflete-se através do comentário: " Adoro os teus sapatos ". Homem que é homem concentra a sua atenção bem mais acima da linha dos sapatos. Nas mulheres reflecte-se por terem a Solange F. no Top das amigas do Hi5.
Lissofobia
Medo de ficar louco. Qualquer estudante sabe o que isso é. A par dos estudantes são os trabalhadores mal remunerados com imensos putos e casa para pagar ao banco, que normalmente passa as férias no parque de campismo do Rendufe.
Uma manifestação deste medo é o facto de apreciar a Luciana Abreu, quando o doente se apercebe desta condição a fobia tende a acentuar-se.
Obesofobia
Medo de ganhar peso. É um medo pouco frequente que apenas atinge 2 a cada 2.000.000 de mulheres.
Parasquavedequatriafobia
Medo de sexta-feira 13. Eu tenho muito medo de disso, sobretudo se calhar num dia que caia um meteorito na terra. Diz que não dá muita sorte.
Porque eu sou crente, Because i believe
Acabaram os meus exames.
Atrás deles estão algumas noites sem dormir, muita paciência perdida, muito stress, muita química, muita matemática nesta cabeça, enfim. Ora bem, acabou,, o meu 12º ano acabou. Está feito. It's done.
Esta tudo feito, não tenho matemática atrasada desde 10º como metade da população da minha escola, por isso já não é mau.
Agora é esperar, rezar para que a média para o curso que eu quero desça um valorzinho ou dois,, assim coisa pouca,, em último caso já estive a pensar lançar um boato que há gripe A naquela universidade, pode ser que o pessoal acredite e não concorra para lá. Ou pode ser que haja um Tsunami que seja selectivo e que leve todos os Crânios que vão concorrer para o mesmo curso que eu. Pode acontecer. Por isso, ide para a praia, ide. Assim pode ser que venha assim uma ondita e tal, que isto nunca se sabe.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Tinha tudo para dar certo
Bem, há um mês resolvi iniciar um método infalível para perder peso, perder gorduras não desejadas e emagrecer uns quilinhos de forma simples e rápida.
Depois de muito estudar qual a melhor forma de o fazer, estabeleci um plano de recuperação de forma que consistiu em eu comer tudo o que me bem apetecesse, as quantidades que quisesse e com os valores calóricos que quisesse e todos os dias aplicar um creme reafirmante.
Ora bem eu ainda não vi muitos resultados, já passaram dois meses.. estou a achar isto muito estranho.
Depois de muito estudar qual a melhor forma de o fazer, estabeleci um plano de recuperação de forma que consistiu em eu comer tudo o que me bem apetecesse, as quantidades que quisesse e com os valores calóricos que quisesse e todos os dias aplicar um creme reafirmante.
Ora bem eu ainda não vi muitos resultados, já passaram dois meses.. estou a achar isto muito estranho.
Bolo de chocolate
Ontem fiz um bolo de chocolate.
Ou seja, eu entrei na cozinha preparei e obtive algo.
Isto do mundo da culinária é fascinante. Bem, de qualquer das formas fiz um bolo.
Pelo que sei não aconteceu nada a ninguém depois de ter comido o meu bolo, se bem que não vejo o mesmo primo desde ontem..
domingo, 12 de julho de 2009
É pena
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