sexta-feira, 11 de novembro de 2022

Harry Styles - vendo 2 bilhetes



Amigos, que andaides à procura de presentes de Natal (eu acho meio cedo, mas como já vi meio mundo louco no fim de semana passado, na promoção dos brinquedos do Continente, já está a valer).

Vendo 2 bilhetes para o Harry, preço de custo, não pretendo fazer fortuna, como os estupores que limparam os bilhetes do concerto dos Coldplay, para os venderem ao preço de um T2 nas Amoreiras. Também troco por 2 bilhetes para os Coldplay. Pago a diferença, se for o caso.

Pessoas do estrangeiro, que viveides fora, eu sei que estaides aí, que eu vejo nas estatísticas dos acessos, caso quereides 2 bilhetes falaides comigo e certamente ireides fazer 2 filhos/primos/tias/afilhadas, que sejam fãs do jovem, muito felizes no Natal.


Nota: Venda segura, sem esquemas, sou eu própria que estou a vender.

terça-feira, 8 de novembro de 2022

Sinto-me na Gucci


Cada vez que vou ao supermercado sinto-me na Gucci. Já vi maças a 4€/kg, iogurtes (1 pack de 4 a 3,99€) e dou-me sempre ao trabalho de tirar foto, meio que a não confiar no que os meus olhos estão a ver.

Depois sinto que tenho 78 anos, porque o que me ocorre pensar é: "ainda em lembro de comprar 1kg de cenouras a 0,35€ e agora estão a 0,80€". É mais do dobro. Com a massa igual, com a carne sinto o mesmo.

Dou por mim a pensar se devia reajustar-me, mudar as compras que faço, andar mais em cima das promoções comprar em mais quantidade de alimentos menos perecíveis e com mais validade, quando os preços justificam.


Não sei muito bem o que mudarei no futuro, mas com o preço das casas e rendas nestes valores, com estes preços na alimentação (que podem no futuro estabilizar, mas que nunca vão baixar aos preços de há um ou dois anos atrás) fico realmente na dúvida de como se consegue gerir um orçamento familiar.


É meio que assustador.

segunda-feira, 31 de outubro de 2022

...

No início do ano decidimos marcar este dia, de férias, para se quiséssemos fazer uma viagem. Lembro-me do marido dizer isso expressamente, porque ele nunca diz, e isso ficou gravado na minha memória.

Mal sabíamos a viagem que vinha aí. Hoje entrego a chave do apartamento que foi casa nos últimos 6 anos, onde na porta ao lado moravam amigos e havia jantares e bombons na porta sempre que chegamos a casa. Onde me roubaram cuecas do estendal numa véspera de Páscoa. A sala que foi escritório partilhado, ginásio e lavandaria na quarentena.

E mudamos para a nossa casa, casa que fica perto da praia, vamos morar para onde fugimos sempre ao fim-de-semana. Vamos ter jardim e o marido vai ter um escritório, onde o carro não tem que entrar com os espelhos fechados e nós sempre a medo.

Andamos a correr atrás do nosso sonho. Não é uma casa de "sonho" como os nossos amigos estão a comprar ou construir ou procuram, mas cumpre o nosso sonho. Um sonho com pés na terra, tal como nós. Tem tudo o que precisamos e nós demos tudo de nós e continuaremos a dar, porque a casa exige esse trabalho. Durante o processo não a mostramos a ninguém, talvez por vergonha, pelo medo das palavras ferirem, quando já estávamos, nós próprios, assoberbados.

Hoje entrego a chave. Hoje é um marco, um marco do esforço que passamos este ano com uma casa em obras, a tentar ver além do óbvio. Vieram paredes abaixo, tipo querido mudei a casa, lixei e pintei portões, paredes, onde carreguei lixo de obra sem fim, onde o marido partiu a aliança. 

Está muito esforço nosso marcado naquelas paredes, naquelas janelas. 

Quisemos realmente muito e demos tudo de nós. Fico feliz por ver as coisas a ganhar forma, a parecer-se realmente com uma casa, 


com a nossa casa.

 

terça-feira, 25 de outubro de 2022

Cortinas

 

Pedi um orçamento para as cortinas (apenas as cortinas) da sala. 
4m de cortina em onda.
Orçamento: 400€. Whaaaaat? Não, obrigada.

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Vamos repetir até eu meter isto na cabeça



Não se desce escadas a correr, de meias.  Não se desce escadas a correr, de meias. Não se desce escadas a correr, de meias. Não se desce escadas a correr, de meias. Não se desce escadas a correr, de meias. Não se desce escadas a correr, de meias.


Escorreguei e bati com as costas nas escadas. 

Não recomendo. Autch!

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

A exorbitância de ter um filho a estudar no ensino superior



Em época de terceira fase no ensino superior (oi? que fase? isso existe? - eu sei, ninguém quer saber da terceira fase) não me posso esquecer dos trifásicos. Eu fui um deles.

Na segunda fase entrei na universidade que queria, mas num curso de engenharia, que nem sabia ao certo para que servia. O meu pai ficou empolgadíssimo porque a localização da universidade era super conveniente.  Dormi com a notícia da colocação e acordei com a sensação que estava tudo errado. Falei com os meus pais e decidi nem sequer me matricular, nem sequer para garantir a vaga, e concorrer na terceira fase. Foi arriscado. Concorri à última fase e fui ter ao curso e à cidade onde tudo fazia mais sentido. E fez. E fico muito feliz por ter tido força para ouvir o meu instinto, para explicar aos meus pais que "algo não estava bem".

Quem chega na terceira fase chega em desvantagem. As aulas já começaram, as praxes já começaram, já só sobram as casas más, os grupos já estão formados, as dinâmicas já estão estabelecidas. Cheguei e tive um exame na semana seguinte, falhei redondamente, como seria de esperar.

Hoje, independentemente da fase, olho para o ensino superior como algo muito ingrato sobretudo no que toca ao alojamento. Como é que há a coragem de pedir 300, 400, 500€ por um quarto? Não imagino a sensação de cumprir um objetivo de vida, ex.: entrar no curso de sonho, na cidade que queriam, fruto de anos de esforço e pedirmos aos pais que arquem com 500€ de casa, propinas, mais contas, mais passe, mais alimentação, traje, livros, fotocópias, viagens a casa, mais um café ou jantar de curso. Só falando no ensino público. É um assombro! 

Eu tive essas questões em consideração. O privado ficou logo fora de questão, embora o meu irmão tivesse seguido para o privado, dez anos antes. Talvez por estar a par dos custos seria incapaz de pedir isso aos meus pais. A cidade também foi determinante, não me candidatei aos grandes centros, Porto por causa do preço do alojamento, nem Lisboa porque era uma miúda que toda a vida tinha vivido num aldeia, que não gostava da cidade em si (sorry!), achei que não tinha nada a ver com quem cresceu a brincar na rua e a voltar de noite para casa, não me sentia estava minimamente preparada para ir para lá. Cheguei a concorrer para o Algarve, sendo eu do distrito do Porto, mas recusei-me a concorrer para a capital.

Tenho o máximo de respeito pelos pais que suportam este nível de encargos, pelos estudantes que sentem este peso nas suas costas, pelos trabalhadores-estudantes que trabalham para conseguirem estudar e que contam moedas.

Fui estudar para o interior, pagava 125€ a, no máximo, 150€ de quarto, (quartos enormes com casa de banho privada) pagava as propinas mais baixas do país e tive direito a bolsa de estudo. Nada disto foi ao acaso. Tudo isto tinha sido calculado, apesar dos meus pais nunca terem dito absolutamente nada em relação a isso, mas eu estava hiperconsciente de tudo. Acho que desde cedo me tornei super racional a nível financeiro, com fases de menor clarividência, claro, mas ainda assim consciente.

Uma enorme ajuda foi uma conta poupança que os meus pais me fizeram, por incentivo do meu irmão, especificamente para o futuro na universidade. Acabou por ser muito importante, o meu pai ficou desempregado nessa altura, a minha mãe também não trabalhava e, apesar disso, aquela salvaguarda não foi precisa, uma vez que os custos eram "comportáveis", mas era um conforto enorme saber que "estava tudo bem".

Agora, claro que há cursos e universidades específicas que só se conseguem nos grandes centros e é uma pena que para cumprir um sonho, os pais e os estudantes sejam completamente extorquidos por rendas absurdas. Eu com 300€, há 10 anos, pagava quarto, despesas, viagens a casa, comida, tudo o que precisava. Agora 300€, em muitos sítios, não se paga nem o quarto.

domingo, 16 de outubro de 2022

...

 

Investir numa casa obriga claramente a desinvestirmos em nós.
Parei a depilação definitiva, já desde a pandemia, e agora sem intenção de voltar tão cedo, a última vez que pintei o cabelo foi há um ano atrás, as unhas faço sempre em casa. Não temos nenhuma viagem marcada, o marido tem o telefone e os phones do trabalho a suplicar por substituição. 

Não se podem ter dois gostos, disso é certo. Vamos deixar as coisas estabilizar até retomarmos novos planos.

sábado, 15 de outubro de 2022

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Quero muito um banco deste género ou de madeira para colocar no final da cama, contudo sem ter que criar conta na OnlyFans para ter que o pagar, se souberem onde encontrar avisem!



sexta-feira, 14 de outubro de 2022

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Tornei-me utilizadora assídua da Vinted, tanto para vender como para comprar.
Já renovei os meus casacos de inverno todos. Livrei-me dos casacos pesados, escuros, que já usava desde a universidade e mudei para tons castanhos, bege e cinza. Acho mais dão outfits mais giros, com menos esforço.

...


Os livros que me ofereceram no Natal do ano passado continuam todos por ler. Não me orgulho nada, mas primeiro quem oferece ou nos conhece super bem ou vai sair ao lado, que foi o que aconteceu, e se mal há tempo para ler aquilo que gostamos imaginem o que não gostamos.

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

...


Fomos recentemente a um casamento, como já tinha dito aqui, e não é que de repente estou no meio dos amigos do marido e à minha volta está tudo a fumar. Isso ainda se usa? Não estava a par. Na nossa mesa os fumadores estavam constantemente "aflitos" por sair para fumar. A dependência, vista de fora, é um bocado assustadora.

Na outra semana estava a tv ligada no programa da Mafalda Castro e estavam a comentar que, perante a falta de tabaco, havia pessoas no BB a chorar por causa da privação. 

Uma das melhores decisões da minha vida foi, quando na única vez que me ofereceram tabaco, ter dito que não. Se estão à procura de um sinal para deixar de fumar aqui fica, eu presumo que seja super difícil, mas estar dependente e algo para se estar bem também é. Bora chegar ao final do ano olhar para trás e perceber de 2022 foi o ano em que deixaram de fumar.

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

Obras



Na nossa casa acabamos com o conceito de banheira e bidé. 

Passamos a ter 3 casas de banho e só temos duche e sanita. Qual o motivo de termos coisas que não usamos? Ganhamos espaço e são menos coisas que requerem manutenção. Uma amiga nossa, que esteve grávida, contou-nos que só conseguia subir para a banheira com ajuda e foi suficiente para nos convencer de que a banheira tinha que ir embora. Com a idade, cirurgias, gravidez... para tudo se torna um inconveniente. 

terça-feira, 11 de outubro de 2022

Plantas

 




O marido tem por hábito oferecer-me plantas, ora qual o problema? Plantas requerem tempo, tempo que até ver não temos tido. Há seguramente 3 vasos de plantas em decadência lá em casa, acho que é um bom indicador de que ainda não estamos prontos para a parentalidade.

segunda-feira, 10 de outubro de 2022

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Eu que sempre gostei de preto, achava giro, sóbrio, agora estou a virar-me para os tons mais calmos, aconchegantes. Na roupa, na mobília, na decoração.
Vendemos um móvel da tv, que era preto e que não fazia sentido ir para a outra casa, e nem consigo explicar a diferença que faz na sala. Falo ainda na sala do apartamento em que ainda estamos a morar. Aquela mancha preta massiva era pesada e só senti a real diferença quando nos livramos dela. Já foi tarde. Ainda nos falta uma estante e tenho pena que a nossa cama e cabeceira seja escura. Nos próximos tempos só quero cores claras e madeiras. 

domingo, 9 de outubro de 2022

...


Não cheguei a contar mas a casa tem vista para a ria de Aveiro. 
Dá para ver os barcos a passar, só não dá para ver mais porque no terreno em frente cresceram umas árvores, puff! como se precisássemos de oxigénio para alguma coisa. 

sábado, 8 de outubro de 2022

Globos de Ouro

 Então não é que foram os Globos? Vamos lá à roupitxa.



Cláudia Vieira foi a Sevilha e adorou.



Sofia Arruda... (já escrevi e apaguei três vezes se calhar fico-me pelas reticências...)



Alugam estes fatos de lutadores de sumo para animação de casamentos, que eu já vi. 




Muito fã de Bumba, porém parece sempre a escadaria do Selarón, no Rio de Janeiro.




Sinto que este vestido toma fluoxetina.



Um fato que não desilude. Quem gostar da colação lonas impermeabilizantes Leroy Merlin 2022-2023.



Queres ver que é moda?



Para acabarmos com um quentinho no coração.
 Gosto sempre muito deste casal. Cumprem sempre, sem desiludir.

Ah, semana de feriado!


Esta semana tive uma folga e o feriado. A folga foi dedicada a lixar um portão e o feriado a pintá-lo.

Amigos, está que parece outra coisa. Não tanto o depois que esteja incrível, o antes é que era assustador. Parecia o portão de uma quinta abandonada, de um filme de terror. Ok, menos drama, mas parecia muito mal, estava cheio de ferrugem, dava um aspecto de casa abandonada, sem dúvida.

Como a tinta é super espessa, e mal se espalha, torna-se uma tarefa difícil e apesar de já estar na "to do list" há imenso tempo só agora consegui efetivamente fazê-la.

A próxima tarefa vão ser: pintar um roupeiro de branco (Desejem-se sorte!), fazer portas de roupeiros diy (preciso de uns paineis do Leroy Merlin que estão esgotados) e tratar dos jardins. Baby steps!

segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Recomendações do social

 Uma revista 
https://www.womenshealth.pt/capa-do-mes/capa-setembro-outubro/


Dá que pensar quando a normalidade se torna uma lufada de ar fresco. 



Uma página
https://www.instagram.com/oquehaparaolanche/

Mais de 100 opções de lanches saudáveis e rápidos.
Sem complicações, pensados para quem tem pouco tempo.




Um podcast

https://rr.sapo.pt/extremamente-desagradavel



É número 1 dos tops e cada episódio é um melhor que o outro.
Não consigo ter um favorito, é simplesmente brilhante.


Boa semana!

Festividades

Este fim-de-semana encerramos as festividades sociais (casamentos e batizados) do ano. Thank god! Estes últimos dias ficaram caros, é tudo o que eu posso dizer.

Mas não deixa de ser importante fazer parte dos dias felizes das pessoas que nos são próximas, sair da rotina e estar com amigos. 

Comprei dois vestidos novos e não usei nenhum. Andei a reciclar coisas que tinha lá por casa e tenciono vendê-los na Vinted, porque ao experimentar já não me sentia nada confortável, nem com um nem com outro. Prefiro ir com um vestido antigo e sentir-me confortável na minha pele, do que um novo em que não me sinto bem.

Não marquei cabeleireira nem make, porque foram os dois eventos do fim-de-semana foram em locais onde não conheço ninguém de confiança, então eu própria desenrasquei a coisa e percebe-se perfeitamente que há um motivo para pagar por serviços deste género.

terça-feira, 30 de agosto de 2022

Ho.me.


Estava eu a a dizer, há uns posts atrás, que o próximo mês ia ser animado, que ia mudar de casa. Puff!

Na fase de escolha dos empreiteiros tivemos orçamentos de todos os tipos, estávamos super cientes da dificuldade da escolha. Numa das compras que fizemos no marketplace (sim, sempre procurando pechinchas, you know me) um casal a quem comprámos um móvel novo, no Porto, contou-nos que estava a vender as coisas porque o empreiteiro deles fugiu com 17 mil euros. Autch! So-co-rro.

É, de facto, uma escolha importante. Escolhemos um dos mais barato e que nos pareceu mais honesto. Claro que isso não vem na cara das pessoas, mas fomos pelo feeling.

É um brasileiro, que se percebe que veio para trabalhar e para lutar pela vida. Até à data mantemos uma opinião sobre ele, tem uma equipa de 4 pessoas e a obra estava a andar até que a carrinha dele avariou. Pois que ele agora não está a conseguir arranjar a carrinha, que é imprescindível para ir buscar o material e para o transporte dos funcionários, que se recusam a ir trabalhar nos seus carros.

Como tal, não é preciso perceber de matemática para perceber que a obra vai atrasar algumas semanas, o que é uma chatice, vamos ter que pagar mais uns meses de renda, contas e tudo a duplicar. Nesta história também temos pena do senhor, que tem ido para lá sozinho e de bicicleta, a fazer o melhor que consegue na situação possível.

Nós lá em casa já temos algumas coisas em caixas, afinal temos que começar por algum lado e se deixarmos tudo para o fim será, sem dúvida, mais stressante. Temos muito que fazer, mas que neste momento não conseguimos dar grande resposta. Não é possível ir levando nada entretanto, não conseguimos ir limpando porque eles ainda vão sujar bastante, estamos numa fase de impasse, como já tivemos várias. Relembro que fizemos a proposta pela casa em Abril.

Vamos ver como corre daqui para a frente.



quinta-feira, 25 de agosto de 2022

Olá, o meu nome é Eva Luna

Queria criar um grupo de apoio para todos aqueles que, como tal como eu, não conseguiram bilhetes para os Coldplay.

Temos que ser fortes malta!


Agora a sério, estou super triste e desmoralizada, porque não sei o que raio conseguiria fazer de diferente para ter bilhetes, sendo que acampar seja onde for não é opção. Passei anos a ouvir o marido dizer "fogo, perdi os Coldplay no Dragão", eu própria passei anos a ver vídeos no youtube dos concertos e nem com 4 (4! gente, 4!) conseguimos o raio dos bilhetes. Não vos contei mas no casamento o meu fofinho fez um vídeo incrível, que mostrou a toda a gente nesse dia, ao som de quem? Coldplay.

Se tiverem comprado a mais, assim na emoção, e não precisem deles (disse ninguém, nunca) eu compro 2.

Vamos ser fortes!

terça-feira, 23 de agosto de 2022

Up.dates



Hello people, are you fine? Lembrei-me mesmo agora que não estou no Algarve, desculpem.

Não estou, nem estive. Tirei duas semanas de férias que foram essencialmente para passeios ao Leroy Merlin. Uma ida às Maldivas tinha ficado muito mais barata. Uns vão para o Algarve, nós decidimos ir todos os dias a lojas de bricolage, enfim, gostos.

Fomos um dia à praia, mas apenas isso.

Já decidimos uma data de coisas, já gastamos muitos, mas muitos, ordenados, já voltamos da casa animados e já voltamos com "eck, está tudo na mesma". A coisa está a andar, mas é um processo lento e desgastante. Percebemos bem aquelas pessoas que pagam mais, entregam a obra e o empreiteiro trata do resto. Não foi o nosso caso.

No outro dia fomos a Esmoriz de propósito comprar telhas em segunda mão, para substituir algumas telhas que estavam partidas e que já não se fabricam mais. O dia-a-dia é a resolver pequenas (grandes) coisas e eu já deixei de consultar o extrato bancário à muito tempo.

Temos que avisar que vamos sair da casa onde estamos, ainda não o fizemos, vamos ficar com a casa nova um caos porque as obras sujam imenso e teremos que limpar tudo e nos mudar em cima do "joelho", para não prolongarmos para outubro a estadia no apartamento.

Estou já a mentalizar-me para a mudança, que vamos ter tudo em caixas e que não sei quando tudo vai ter um destino, na nova casa. Queria um conceito mais "livre de tralha" possível, mas o balanço é difícil de conseguir, porque me parece que temos muita tralha em casa, sem grande utilidade, mas que depois esporadicamente são coisas necessárias.

Tenho que arranjar caixas (onde raio vou eu arranjar caixas?), tenho que fazer essa triagem, temos que alugar uma carrinha de mudanças, temos comprar coisas que vão faltar para nos mudarmos para lá.

O próximo mês vai ser "animado", mas vai ser por uma boa causa, fingers crossed!

sábado, 30 de julho de 2022

Morreu a Mariama

E isso lembra-nos que isto é tudo um sopro, que coisas más acontecem a pessoas boas, que filhos podem ficar órfãos em idade em que só se deveriam preocupar em brincar e descobrir o mundo. Damn.

[...]


Daqui a nada faz um ano que casei.

Até ver recomendo, dou 5/5 no Tripadvisor, é uma experiência cara, mas boa e tem valido o investimento. 

quarta-feira, 6 de julho de 2022

Compramos uma casa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Yeeeeeei!!!!!

 

Oh meu deus. Não é que compramos uma casa? Sinto que precisamos (eu e o marido) de ficar quietos, em posição fetal, porque cada vez que damos um passo ou respiramos saem 2000€ da nossa conta.

Dar este passo, tal como já antevíamos, custa uma fortuna. Muitas pessoas só olham para o custo da entrada para o imóvel para calcular se estão ou não em condições de avançar, mas esse é apenas um de muitos pagamentos a considerar.

Pagamos o sinal à imobiliária, a entrada ao banco, pagamos o registo, o cancelamento da hipoteca anterior, avaliação do imóvel, pagamos impostos de tudo e mais alguma coisa, comissão de "aí querias uma casa? então pshhh cala-te", imposto de selo, selo branco (?), paguei coisas que nem em 17 anos na escola alguma vez ouvir falar.

Compramos numa fase em que está impossível comprar, mas que, no entanto, as pessoas precisam de viver em algum sítio. No outro dia ouvi uma agente imobiliária a dizer que alguém que tenha comprado uma casa em 2017 consegue hoje vende-la por, pelo menos, mais 50% do valor que a comprou. Isto significa que uma casa de 200mil é hoje vendida por, pelo menos, 300mil, num espaço de 5 anos. É uma loucura.

Vamos começar as obras tão cedo quanto o empreiteiro consiga, para podermos mudar. Até lá é tudo a dobrar, sinto-me mãe de gémeos, com a renda e a prestação, agua, luz, enfim tudo a dobrar, etc.

Já compramos o chão que vai ser instalado na casa e foi sensivelmente menos uma viagem às Maldivas. Não que já tivéssemos ido, que não fomos, mas por este andar também não iremos. Teremos, no entanto, chão, o que também não me parece mau negócio. 

Já decidi que vou rotular os gastos de acordo com as férias que não vamos fazer. 3000€ de chão = menos uma viagem às Maldivas e assim sucessivamente. A minha mãe diz, e bem, que não podemos ter dois gostos. Por isso, é o que é, só peço que me deixem gozar com o processo, para mantermos a (pouca) sanidade habitual. 

Contem que os próximos relatos de férias sejam algures do parque de campismo de Espinho, que tirando o vento, também não se está mal.


Agora a sério. Compramos uma casa. Num processo todo ele difícil. Uma casa que precisa de muitas obras e sabemos que irá precisar nos próximos anos. Foi, é e será um enorme desafio, apesar de tudo estamos muito contentes. Sinto que atingimos mais um milestone. 


Obrigada por estarem desse lado. 

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